segunda-feira, 18 de agosto de 2014

A PROMOÇÃO

Acordei cedo, por volta da 7:30, me sentei na cama e Lucas ainda estava num sono pesado, aproveitei pra tomar banho e enquanto fazia isso tentava pensar em algo diferente que aproximasse Lucas das fãs, minha cabeça foi invadida por um milhão de ideias, como lançaríamos sua “Aliança” com elas, não tinha coisa melhor que uma promoção, então pensei e fui elaborando ela e minha mente, terminei meu banho, me vesti, voltei pro quarto escrevi um recadinho pro Lucas.

Recado on

Lu, tive que sair, não quis te acordar pois sei que você é um dorminhoco e não queria te atrapalhar rs, volto rápido, vê se não enrola muito ta...

Bjão

Marina

Recado off.

Passei no meu quarto arrumei minha bolsa, desci, peguei uma maça, chamei um taxi e fui rumo a central, no caminho já fui ligando e adiantando meus pensamentos a eles, que concordavam com tudo e ainda elaboravam mais ainda, a “viajem” seria meio demorada então deu tempo de resolvermos tudo, mandei uma mensagem pro Sorocaba pra que ele me ligasse, o que não demorou pra acontecer.

Ligação on

Mari: Pronto.

Sorocaba: Mari?

Mari: oi Soro.

Sorocaba: vi sua mensagem, o que você manda.

Mari: tive uma ideia pra uma promoção para o lançamento das alianças do Lucas.

Sorocaba: fala ai então

Mari: a gente podia da a chance das fãs através do Instagran fazer um vídeo e concorrer a um premio surpresa que eu ainda to pensando o que você acha?

Sorocaba: acho legal, muito legal, até porque é um jeito de aproximar ele das fãs e a maioria segue ele então é um meio de divulgação fácil, pode criar uma hashtag, limitar um tempo, colocar um tema, uma frase ou palavra que seja meio obrigatória e é isso.

Mari: por isso que eu te amo tanto, olha só, valeu por tudo e desculpa se te acordei.

Sorocaba: tem nada que pedir desculpa não, viu? To aqui pra isso, e também te amo Mari e também tenho que te agradecer afinal a ideia foi sua eu só complementei (risos)

Mari: então to indo até a central pra conversar certinho com povo pra da tudo certinho, beijão tchau.

Sorocaba: ta então, beijo, se cuida.

Mari: pode deixar, beijão.

Ligação off.

Mais uns 35 minutos e finalmente cheguei a central, hoje o transito tava um caos, pra variar né, isso aqui é São Paulo, então nada além do normal. Assim que cheguei já subi direto pra sala da Claudia, uma das moças que trabalhava na divulgação das promoções.

Cacau- eu disse sorrindo colocando a penas o rosto pra dentro da porta- saudades preta- disse quando ela se levantou e fui entrando.

Marizita- seu sorriso se fez maior que o meu, além de companheiras de serviço éramos amigas- ocê some muié.

Sumo nada, é a correria do trabalho, você que fica só aqui- disse a abraçando.

Ossos do oficio meu bem- me soltou- mas a que devo a honra da sua presença?

Então vim aqui pra conversarmos sobre uma promoção- ela apenas assentiu como quem pedia pra eu continuar- então, acho que já ta na hora de divulgar a aliança do Lucas com suas fãs, então nada melhor pra isso do que uma promoção não acha?

Claro, é o melhor jeito, mas você já pensou num premio?- me olhou fazendo uma careta engraçada.

Então, no caminho eu vim pensando e achei legal presentear com a entrada pro dvd sabe? É um sonho, ser premiada com a gravação do dvd do ídolo, o que você acha?

Ah mais é claro, quem não gostaria- ela respondeu sorrindo.

Bom acertamos os detalhes mandei uma mensagem explicando tudo pro Lucas e ele mesmo fez questão de postar a “noticia” pras fãs. Em pouco tempo já tínhamos uma porção de vídeos pra ver, deixei isso por conta do pessoal, acertei mais algumas coisas como, por exemplo, a divulgação das previas das musicas, os convidados e resolvi voltar pro hotel.

Teríamos agora 4 dias de folga, Lucas iria para Patrocínio e eu, como estava “morando com ele" fui junto, chegamos lá no horario da janta e fomos recebidos por abraços e sorrisos calorosos de sua família.

Que saudade meu filho- “tia Karina” disse.

Também tava mãe, ocê nem sabe o quanto- dizia ainda abraçado a ela.

E ai filhão como ta sendo? -"Tio Paulin perguntou.

Melhor impossivel- me olhou pelo canto do olho e sorriu.

Que bom, fico tão feliz de te ver realizar seu sonho- ambos sorriram.

E você Mari como ta?- veio até mim

Graças a Deus tudo melhor que bem- disse sorrindo a abraçando.

Fala ai Lucão- Leando o cumprimentou com um toque de mão muito estranho.

Mariiiiiii- Zoca fez um mini escando vindo até mim e percebi Lucas nos fuzilar com os olhos.

Zoquinha meu anjo- o abracei e ele me girou no ar.

Como cê ta?- ele perguntou me colocando no chão.

To bem e você?- perguntei.

Tava com saudades- fez manha e eu ri- tenho uma coisa pra te contar- sorriu.

Fala ai filho- disse bagunçando seu cabelo enquanto caminhávamos meio “abraçados” rumo ao sofá

To de treta com uma menina linda ai- ele disse e seus olhos brilharam.

E quem é a sortuda da vez?- percebi Lucas respirar aliviado.

Ah uma mina ai- fez careta- vamo vê se da certo e eu te conto mais detalhes ta bom?- apenas assenti.

...

A tarde passou normal e fomos nos deitar, porem nem 20 minutos tinham se passado, eu já estava quase adormecendo quando escuto a porta abrir e pelo “vulto” sabia que era o Lucas.

O que cê que?- sussurrei.

Não to conseguindo dormir, acostumei a te ter do meu ladinho- se deitou ao meu lado.

Senhor, como pode uma pessoa me amar tanto- me virei dando um selinho nele.

Ainda bem que sabe que te amo pequena- acariciou meus cabelos- agora dorme, você ta cansada e eu também e amanha a gente bota pa meu-riu safado me dando um cheiro no pescoço

Safado- bati em seu ombro.

Te amo- selou nossos lábios.


Também grandão- nos beijamos e depois eu me aconcheguei em seu peito, onde dormi perfeitamente bem.


Bom gente, demorei sim, claro, com certeza, mas tambem eu to me esforçando ao maximo e o que tenho em troca? 2 comentarios? não desmerecendo as que comentaram, agradeço do fundo do coração mesmo, mas é que sei lá, acho que mais podiam comentar sabe?
Mas bola pra frente,espero que gostem...

Vanessa

quinta-feira, 31 de julho de 2014

BALI FOLIA

Marina narrando.

Acordei com Lucas ainda abraçado a mim, sorri involuntariamente ao ver o quão lindo ele é mesmo dormindo, olhei as horas e ainda eram 9:15, então fui até o banheiro e mesmo tendo tomado banho pra dormir tive que tomar outro banho já que estava um dia quente e viajaríamos em pouco tempo para Jundiaí onde Lucas faria uma apresentação no Bali Folia, como esse show, que na verdade seria um trio elétrico, seria a tarde, coloquei essa roupa

era algo confortável, já que não tinha salto nem nada me apertando, sem deixar de ser feminino, já que bem ou mal era uma saia e a blusa era rosa e deixava uns dois dedos da minha barriga a mostra, nada muito escandaloso mais ficou bonitinho. Deixei meus cabelos soltos sem chapinha nem nada, apenas penteei-os de maneira que ficassem ajeitadinhos e peguei um pouquinho e prendi com uma presilhinha que por sorte achei enquanto pegava a pulseira e o relógio.

Terminei de arrumar com 30 minutos, então voltei ao quarto e mesmo com dó de acordar Lucas que parecia um anjo dormindo tive que fazer isso, já que por “minha” culpa ele estava ali.

Lucas – o chamei fazendo carinho em seu rosto.

Hum- ele resmungou de olhos fechados.

Acorda, você tem que se arrumar pra gente ir pra São Paulo- falei ainda fazendo carinho em seu rosto só que dessa vez agachada próximo a cama.

Serio?- abriu vagarosamente os olhos.

Sim- respondi sorrindo do  jeito preguiçoso porem lindo de como ele acordava.

Só se você me der um beijo- falou contendo um riso.

Pra isso você não tem sono nem nada né- falei.

Não, até porque isso é o melhor da vida- sorriu.

Ah seu tarado- falei rindo e por fim selei nossos lábios algumas vezes porem quando ia me afastar ele me puxou e o que eram simples selinhos se transformaram num beijo calmo.

Ta bom- disse separando nossos lábios contrariando meu corpo mas ouvindo minha razão- agora levanta e vai pro seu quarto se arrumar que você tem um trio hoje preto- falei rindo.

Preto é? – falou se levantando e juntando nossos corpos.

Uhrum- afirmei com a cabeça o olhando.

Ta bom pequena- selou nossos lábios três vezes- e ah sabia que vc ta linda com essa roupa- me olhou de cima a baixo- essa saia grandona não ta mostrando a perna, tudo tampadinho, mas em compensação a blusa com esses peito e essa barriga tudo di fora ai num pode não- me apontou.

A Lucas não é pra tanto ta?- falei - sem exageros beleza?- agora anda logo e se arruma.

Quanto tempo eu tenho? – me questionou com a mão na maçaneta.

Deixa eu ver?- coloquei a mão no queixo enquanto caminhava até ele-  20 minutos ta?

Só?- arqueou a sobrancelha.

19, e se você continuar enrolando eu te deixo e você vai ter que ir correndo- brinquei.

Ta bom que você me deixa- me puxou pra si- você não vivi sem mim.

A é? Paga pra vê então- desafiei.

Melhor não né?- riu – agora que ta dando certo prefiro não arriscar, mas deixa eu i lá se não to lascado- selou nosso lábios- beijão Pê te amu.

Tchau o grandão, beijo preto- falei acenando da porta enquanto ele “corria” pro seu quarto.

Fechei a porta atrás de mim com um sorriso besta no rosto, o que ta acontecendo comigo cara? Antes se alguém me chamava de pequena, baixinha, toquinho ou qualquer coisa relativa a isso eu ficava P da vida, brigava e tudo, agora com ele, é tão normal, tão bonitinho. O que ta acontecendo comigo mesmo? Será que eu to apaixonada? É inegável que eu sinto alguma coisa, mas agora, amor? Paixão? Sei lá, deixa o tempo ver né.

Peguei meu celular e digitei uma mensagem rápida pra todo mundo, combinando de descermos até o “restaurante” do hotel e tomarmos um café as 10:30, todos responderam, até Lucas que mandou assim “Pode deixar Pê.. te amu, beijão Preto”.

Sorri involuntariamente disso, eu já tinha mania de chamar todo mundo de preto, preta, por costume, até porque as fãs do Luan pra mim e pra ele eram as negas e ele pra nos o Nego então não tratava como algo ruim e sim um apelido carinhoso, então preto era um modo meu de tratar quem eu gostava.

Bom, fiquei um tempo pensando em tudo que vinha acontecendo, em especial entre mim e Lucas, estar com ele é estar bem, me faz sentir leve, me faz estar bem, estar feliz, ele me deixa assim, lembrei de nossa noite e do quão carinhoso ele foi comigo mesmo sem perder seu lado “safadinho” ele foi o mais romântico possível, isso era tão dele, isso era ele, até em suas musicas ele era romântico em algumas e bem “taradinho” em outras, ri sozinha de meus pensamentos e fiquei assim por um bom tempo, depois quando deu o horário marcado, desci e encontrei toda a banda a minha espera, tomamos um café rápido, depois subimos aos quartos, pegamos nossas coisas, fomos a van e de lá ao aeroporto onde pegamos um avião que nos levaria até SP.

Chegamos em Sampa por volta das 14:40, passamos no hotel apenas pra deixarmos as malas, almoçamos algo leve já que o show seria em poucas horas e nos dirigimos ao local do mesmo.

Lucas subiu no “trio” as 16:10 e levou a galera a loucura, ele parecia brincar lá em cima, a animação e a felicidade era nítida no rosto deles.

Chegamos já tarde no hotel e fomos para nossos respectivos quartos, entrei, escolhi um pijama e fui tomar um banho, enquanto a agua quente caia sobre meu coro deixei toda a tensão do meu corpo descer pelo ralo, sai desse banho relaxante depois de uns 20 minutos. Já estava pronta pra deitar quando meu celular começou a tocar. Era uma mensagem do Lucas.

Mensagem on

Lucas: Ei pequena, já dormiu???

Mari: Oi Grandão, ainda não pq?? *-*

Lucas: Vem cá dormir cmg?

Mari: Ctz?

Lucas: Claro uai.

Mari: Mas Lucas vc tem que dormir pra descansar. =P

Lucas: O Safada te chamei SÓ pra dormir quem ta pensando em bobeira é vc =*

Mari: Nossa palhaço, tbm não vou mais u.u

Lucas: o.O não faz assim cum eu não. Vem dormir aki sim vem?

Mari: já disse que não u.u

Lucas: a vem sim por favor

Mensagem off

Não respondi mais, porem não demorou e seu nome apareceu no visor do meu celular mas dessa vez como uma ligação.

Vem vai- ele disse assim que aceitei a ligação.

Não- falei fazendo graça.

Para vai, eu sei que você também quer.

Querer eu posso até querer- admiti e ouvi ele dar um risinho do outro lado da linha- mas acho melhor não.

E por que acha isso?- questionou-me.

Porque sim, é melhor pra você- falei simples e sem argumentos.

Eu sei o que é melhor pra mim e o melhor pra mim é você- ele disse meigo e na boa, não tinha como não me apaixonar mais por ele a cada segundo.

Ta, você venceu- sorri me dando por vencida e ouvi sua risada vitoriosa.

Vem logo ta? Te amo.

To indo, beijão.

Me levantei peguei uma muda de roupa, coloquei um casaco, peguei o celular e fui, tranquei ao porta do meu quarto e caminhei rumo ao dele, quando cheguei bati de leve na porta que logo foi aberta por ele que estava com um calção molinho e sem camisa o que me fez dar um leve risinho, já que eu, apesar de estar de short curto estava com um com um moletom.

Entra ai- ele me puxou pra dentro.

Nooossa – disse me jogando em sua cama- da próxima vez me lembre de pedir um quarto igual o sei porque eu também mereço e não é justo só você nessa mordomia.

ah mas do que adianta uma camona dessas se o melhor eu fiz ontem lá naquele seu quarto- ele disse vindo de “gatinho” na cama.

Lucas- o repreendi sentindo meu rosto corar, mesmo a noite de ontem tendo sido mais que perfeita eu sentia um pouco de vergonha em tocar nesse assunto.

Não precisa ter vergonha- ele riu e me olhou- mas agora eu não mereço nem um beijinho?

Deixa eu pensar?!- coloquei o dedo sobre meu queixo e olhei pro teto fazendo graça.

Boba- ele me beijou.

A boba que você ama- disse quando nossos lábios se desgrudaram e o puxei pra outro beijo, porem não passamos disso pois um sono pesado invadiu nos dois.


BOM GENTE MILHOES DE DESCULPAS PELA GRANDE DEMORA, NÃO ADIANTA FICAR DANDO DESCULPAS, MAS TAVA SEM TEMPO E SEM IDEIA AI FERROU TUDO RS.. ESPERO QUE ENTENDAM E NÃO ME ABANDONEM KKK 
MAS E AI O QUE TÃO ACHANDO?? COMENTEM MAIS TA??
P.S.: SEI QUE FICOU PEQUENO MAS É O QUE CONSEGUI FAZER (MALS POR ISSO =P )
BJÃO 

VANESSA

quinta-feira, 17 de julho de 2014

MATANDO A VONTADE

E tem como resistir- disse num sussurro quando devido a falta de ar nos separamos, porem assim que terminei, abri a porta do meu quarto rapidamente o puxando para dentro, quando finalmente entramos o puxei pela camisa o trazendo para mim, voltamos a nos beijar dessa vez com mais intensidade, ele envolveu minha cintura com seus braços e eu passei os meus por seu pescoço, segurando forte seus cabelos, ele me puxou mais pra perto de si e me pegou em seu colo- vamos pra cama- eu disse ofegante.
Você tem certeza- perguntou afastando somente o necessário os nossos lábios.
Tenho- sussurrei e voltei a beija-lo, comigo ainda em seu colo e aos beijos ele caminhou até a cama, me deitando lá e em seguida, se deitou sobre mim me beijando, com as pernas envolvi sua cintura e passei minhas mãos por dentro de sua camisa, ele por sua vez passeava com  as suas por todo o meu corpo, descendo devagar até minha coxa, chegando nela a apertou forte e em resposta mordi de leve seu lábio inferior, ele desceu os beijos para o meu pescoço e aproveitei que nossos lábios estavam separados e me adiantei tirando sua camisa, ele riu da minha atitude porem continuou a beijar meu pescoço assim que a camisa passou por sua cabeça, depois ele voltou finalmente a minha boca, onde além de beijos dava leves mordidinhas, ele se sentou nas minhas pernas me fazendo sentar em seguida, dessa forma ele subiu as suas mãos para as minhas costas e começou a descer o zíper, abrindo dessa forma meu vestido, ele desceu as alças despindo assim meu colo que ficou coberto apenas pelo sutiã, que era branco de rendinha, ele beijou delicadamente toda aquela região, depois conforme descia o vestido beijava minha pele que se arrepiava com o contraste do frio que antes eu sentia e o calor de seus beijos e carinhos, quando ele chegou ao pé de minha barriga voltou e me deu um beijo de tirar o folego, eu já estava ofegante e antes que ele terminasse de tirar meu vestido eu fui mais rápida o puxai pela sinta da calça a desabotoando em seguida, depois, com a ajuda dele abri sua calça e ele se livrou dela enquanto eu fazia o mesmo com meu vestido, ambos jogamos a nossa roupa em qualquer canto do quarto.
Te amo minha, só minha Mari- ele sussurrou em meu ouvido me causando arrepios o que fez ele rir.
Também te amo, meu só meu grandão- o beijei novamente e voltei a “arranhar” suas costas.
Vai deixar marca Mari- falou baixo.
Vai nada- ri abafado em seu peito- eu tomo cuidado.
É bom tomar mesmo se não te processo por agressão- ele falou me olhando serio e quando ia falar mais alguma coisa o calei com um beijo.
Ta falando muito- disse quando nossos lábios, mesmo contra nossa vontade se separaram por falta de folego, ele me puxou para si e pude sentir o volume de seu “membro”, me virei ficando por cima dele- agora assim- brinquei.
A Mari assim não- fez manha e antes que eu acabasse cedendo o puxei para um beijo e ele  ficou meio sentado na cama comigo em seu colo.
Nossa Mari assim eu até deixo você comandar- ele riu.
Lucas- o repreendi- não estraga o clima poxa- falei e ele já veio me beijando, rapidamente suas mão subiram pras minhas costas onde tirou a alça do meu sutiã, eu sentia que não estava “pronta” então voltei com elas pras minhas coxas o que não durou muito, já que depois de um apertão ele voltou com elas ao fecho do mesmo e o desabotoou fazendo com que ele caísse sobre sua barriga, Lucas me olhou e um sorriso safado tomou seu rosto paralelo a isso meu corpo se consumiu de vergonha e ele pareceu perceber, porem, rapidamente Lucas nos virou de novo enquanto me beijava, depois suas mãos deslizaram por todo o meu corpo descendo até a beirada de minha calcinha, ele parou por um momento e me olhou eu apenas assenti e ele se livrou dela, depois foi minha vez de me “livrar” de sua box preta, ele se esticou pegando a camisinha que havia deixado minutos antes sobre o criado mudo depois voltou a me beijar, quando ele me “penetrou” dei um “gritinho” que foi abafado por um beijo e em seguida ele deu um risinho fraco.
Te amo minha Mari- falou assim que terminamos de nos amar caindo exaustos na cama.
Também- foi tudo que eu consegui dizer já que tentava ritmar minha respiração que estava ofegante.
Bora tomar um banho- ele sugeriu sorrindo.
Uai pode ir- falei simples.
Vamu junto vai?- ele puxou meu rosto que estava em seu peito me fazendo olha-lo
Ta- sorri e o beijei depois me levantei puxando comigo o lençol o que levou ele a rir, não me importei e fui até a mala atrás de uma lingerie. Depois de escolhida peguei meu pijama e chamei Lucas fomos abraçados até o banheiro onde tomamos um banho repleto de caricias, porem nada além disso.
Voltamos pra cama onde dormimos abraçados.

Lucas narrando
Quando chegamos a porta do quarto da Mari a beijei e naquele momento senti que poderíamos ir além de beijos, porem lembrei de todas as outras chances que tivemos e Mari negou, então eu “pedi” pra entrar em seu quarto, mesmo sabendo que podia ouvir um não tive que pedir, por um milagre ela deixou e sem colocar nenhum empecilho, quando entramos nossos beijos se tornaram mais intensos e calorosos, quando por fim chegamos a cama achei que ela fosse “pular pra trás” porem me enganei já que ela continuou e não perdeu tempo em tirar minha camisa, milhares de pensamentos me envolviam porem não queria me distrair, ali, naquela hora eu só queria proporcionar a ela e como consequência a mim a melhor noite de todas.
Quando estava terminando de tirar seu vestido senti seu corpo travar sob o meu e pra não perdermos o clima a beijei, e era impressionante como a cada beijo eu podia sentir melhor o seu gosto, aquela boca em contato com a minha, seu corpo tão perfeito, parecendo as vezes até frágil, em sincronia com o meu, sua pele se arrepiando com meus toques, nossas respirações já ofegantes numa sincronia só delas, cada sensação, cada movimento, cada beijo, me deixava mais apaixonado por aquela que eu já julgava ser a mulher perfeita pra mim, ela que me entendia tão bem, entendia minhas fãs, se dedicavas a elas e a mim, era tudo que eu sempre sonhei e busquei numa mulher, e tê-la ali entregue a mim, era de um prazer indescritível.
Num ato rápido durante um dos beijos mais longos que conseguimos devido ao ar que já nos faltava, Mari ficou por cima de mim, confesso que não gosto muito disse e quando fui reclamar ela me beijou e eu não consegui fazer mais nada, ela sabia me dominar e dominar a situação perfeitamente bem, aproveitei o momento pra arrancar logo de uma vez aquele sutiã, primeiro tirei uma alça bem lentamente, podendo assim sentir seu corpo se arrepiando com meu toque  novamente,  seu beijo ficando mais intenso a cada momento, porem, quando ia tirar a segunda ela foi mais rápida e segurou de novo, colocando minhas mãos em sua cintura, fiquei com elas ali mais não por muito tempo, aquela demora já tava me torturando, eu queria, eu precisava dela, então acariciei suas coxas a apertei e depois subi novamente, tirei a outra alça e antes que ela quisesse me distrair abri o fecho o que fez seu sutiã cair sobre minha barriga, por mim eu ficaria ali um bom tempo “curtindo a visão” que estava tendo porem outra vez seu corpo se enrijeceu aproveitei para vira-la a colocando abaixo de mim enquanto a beijava, depois desci minhas mãos até a beirada de sua calcinha, parei por um momento e a olhei pra ver se era realmente aquilo que ela queria, ela sorriu lindamente e assentiu, então dei continuidade tirando rapidamente sua calcinha, ela aproveitou também e tirou minha cueca, nos beijamos já completamente nus, me lembrei que tinha que pegar a camisinha, selei nossos lábios e rapidamente me estiquei e catei a “mardita” sobre o criado mudo, voltei a beija-la e ela me deu uma mordida, depois desceu seus lábios pra meu ombro onde cravou os dentes, provavelmente ficaria uma baita marca ali, mas fazer o que, aquela noite me marcaria de qualquer jeito, seja no corpo ou nas lembranças, a Mari era perfeita, todos os momentos ao lado dela eram especiais em todos os sentidos.
Nos amamos por um bom tempo, minhas mãos não se cansavam de deslizar por seu belo corpo, já as delas estavam uma em minha cintura, com as unhas cravadas ali, de forma que não me machucassem, mesmo as vezes “feroz” ela era carinhosa, e a outra em meus cabelos, não me deixando afastar dela, o que não aconteceria nem se ela quisesse.
Depois eu dei um riso fraco pois tudo que eu mais queria era aquela mulher e finalmente pude tê-la,  sentir seu corpo, seu suor se misturando ao meu, seu cheiro, seu beijo, seu toque, sua voz me pedindo “mais”, tê-la ali sentindo tanto prazer quanto eu, era algo inarrável, impossível de se explicar e ótimo de se sentir.
Quando nossos corpos não aguentaram mais caímos exaustos na cama, após horas de amor, sugeri que tomássemos um banho e ela topou, porem no banho não passamos de carinhos, o que não deixou de ser ótimo, voltamos pra cama onde deixamos o cansaço tomar conta e dormimos da melhor forma possível, depois de horas de amor, a tive em meus braços, deitada sobre meu peito, aninhada a mim, de forma que eu podia sentir o delicioso perfume natural de sua pele que me embriagava, me mostrando que em lugar algum do mundo eu entraria melhor sossego e melhor descanso do que ali, abraçado a ela depois de ter até então, sem duvidas uma das melhores noites de amor da minha vida.

Bom gente é isso, a Mari finalmente cedeu, e agora? o que vem pela frente? voces tão gostando? comentem mais por favor ta? não comenta só "continua", falem o que estão achando, o que precisa melhorar, o que vocês não tão gostando ta? pode falar, toda critica construtiva é muito bem vinda ...

bjão amu vcs

Vanessa

segunda-feira, 14 de julho de 2014

HELENA

Voltamos pro hotel, cada um foi pro seu quarto já que viajaríamos pra João Pessoa cedinho amanha. Acordei por volta das 8:00 mandei mensagem pra todos pra descer por café em 30 minutos me vesti assim 

escovei os dentes arrumei o cabelo e fui chamar o Lucas, já que foi o único que a mensagem não deu relatório de entrega, bati na porta e ele me mandou entrar.Ainda não ta pronto?- perguntei enquanto ele vinha em minha direção sem camisa apenas de calça e tênis.Já já termino- selou nossos lábios.Huurum, bom mesmo senhor enrolado- me sentei na cama.15 minutos depois e descemos, tomamos um café e fomos de van até o aero onde pegamos um jatinho e fomos pro nosso destino.O dia foi de folga e a noite iriamos pro show. Já se marcava 22:15 e o combinado era que 22:00 estariamos todos no saguão para irmos pro local do show, porem Lucas não perde nunca a mania de enrolar e dessa vez não foi diferente, estava pegando meu celular pra ligar quando es que ele surgiu.
Nem precisa me ligar- ele disse puxando o celular da minha mão.E quem disse que eu ia te ligar? – ironizei.E se não era pra mim era pra quem? – ele arqueou a sobrancelha.Pro meu namorado- falei  próximo a seu ouvido e ouvi o pessoal em um coral fazer um huuuuuuuuuuuuuum um tanto engraçado.Parou vocês- eu falei- vamu que já tamu tudo atrasado.

Puxei a fila até a van e ouvi o Lucas gritar pra eu tomar cuidado pra não pisar na barra do meu vestido que era assim
e devo admitir que realmente queria provocar, então como havia cumprido meu objetivo apenas ri fraco e nem dei resposta, abri a porta da van e todos entraram, fiquei por ultimo e me sentei ao lado da Polly, aproveitei o momento e tirei uma foto com ela e não perdi tempo em postar


Com a mais gata de todas.. Polly minha linda...

A “viajem” seguiu normal, quando chegamos Lucas atendeu as fãs enquanto eu subia com a banda para o palco, dei uma olhada geral pra ver se não teríamos nenhum probleminha, depois de tudo certinho com a banda e com o palco, fui ver se Lucas já tinha acabado seu “atendimento”, cheguei no camarim bati na porta, pedi licença e entrei, pude ver que ele estava na ultima fã pois não tinha nenhuma outra esperando por ele lá fora, pra minha total surpresa ela pediu uma foto comigo também, atendi prontamente seu pedido e vi o anel de coco em seu dedo, sorri involuntariamente ao me lembra de Luan, to com saudades do meu neguinho, assim que tiver um tempo tenho que ligar pra ele.

Vamu Lucas, ta na hora- o chamei pela centésima vez enquanto ele o cabelo novamente.

Ta certinho?- perguntou se referindo ao mesmo.

Sim, ta perfeito, agora vamu logo- ele me deu um selinho e foi em direção a escadinha que dava acesso ao palco ficou um tempo em silencio , fez o sinal da cruz e subiu no palco levando a multidão aos gritos.

Aproveitei pra ir atrás de alguém pra saber se as fãs já haviam sido escolhidas. Fiquei sabendo que não, porque eles não sabiam ao certo quantas seriam, então eu prontamente fui escolher fãs de verdade pra ocupar essa vaga, tão sonhada por elas e que ultimamente não estavam sendo preenchidas por tais, ouvi muitas reclamarem que quem sobe no palco não é fã e com toda certeza eu não deixaria isso acontecer hoje, que seria de minha responsabilidade escolher pessoas pra isso, porque pra mim aquele show de ontem com a Flavinha já foi de mais, ela me da nos nervos só de lembrar.

Desci do palco indo até a grade, onde não demorei pra avistar um grupinho de fãs, segurando cartazes, com camisetas, faixas e tals, ri de algumas coisas que estavam escritas e pedi pro segurança que ali estava chamar umas três que estavam ali pertinho, assim ele fez e elas vieram com um lindo sorriso no rosto, chamei mais uma menininha de uns 10 anos, não mais que isso, que chorava por um abraço e mais três de outro fã clube ali próximo a grade, subi com as 7 para a lateral do palco.

Quando chegou a hora do Mozão, apontei a menina que seria, ela deveria ter uns 18 anos no máximo, porém era baixinha como eu, tinha os cabelos curtos, pouco acima dos ombros, com algumas mexas loiras, porem em sua maioria, poderia julga-la como morena, ela vestia uma calça de couro, que na boa Deus é justo mas a calça dela era mais, porem ficou lindo nela, uma camisa do fã clube ao qual ela representava e um salto impecável. Ela foi toda sorridente e saiu do palco ainda mais radiante, entreguei a ela seu celular com  o qual registrei o momento a seu pedido e com lagrimas nos olhos ela me agradeceu, sorri e a abracei, depois pedia a Hulk que a ajudasse a descer e assim ele fez, o show seguiu e depois de umas 5 musicas chegou a hora do arrocha, primeiro Biri fez sua apresentação, o que me fez rir da forma desengonçada como ele dançava, depois Lucas chamou as meninas, ficando apenas eu e Helena, a garotinha do abraço, ela estava sentadinha sobre uma caixa, vidrada em todos os movimentos do ídolo, ela ria conforme ele dançava, o que me levava a rir também, me sentei a seu lado, mas fiquei em silencio não queria incomoda-la, quando acabou as outras meninas saíram, ela se virou e me olhou com aqueles olhinhos negros, que mais pareciam duas jabuticabas, se ajoelhou sobre a caixa e me abraçou, sussurrando um muito obrigado com a voz embargada pelo choro, fiquei sem reação, mas logo comecei a acariciar seus cabelos e seu choro começou a cessar.

Calma Helena, não chora princesa, você tem que ta linda pra abraçar o Lucas, sorrindo e não chorando ta? – sequei uma lagrima solitária que insistiu em cair.

Ta- ela sorriu mostrando duas covinha pequenas em suas bochechas coradas- brigada mesmo viu? – eu assenti sorrindo- eu nem ia vim, minha mãe não queria deixar, mas meu pai me trouxe sabe? Ele pediu pra minha prima vim comigo e ele ia ficar esperando a gente lá fora, se não fosse por você eu não realizaria a outra parte do meu sonho que é abraçar o Lucas, porque ele nunca ia me ver no meio daquela multidão ali- apontou pra baixo- e eu nunca ia abraçar ele- fungou- brigadão Mari, você além de muito bonita é muito legal sabia? Eu até deixaria você namorar o Lucas- sorriu.

A que isso gatinha, linda aqui é você- sorri- então quer dizer que seu pai ta ali fora te esperando- ela afirmou com a cabeça- quando eu era mais nova meu pai também fazia isso, ele me levava nos shows, muitas vezes com a minha vizinha e ficava lá fora esperando a gente, quando eu fui ficando mais velha, ele me deixava ir sozinha, mas fazia questão de ficar esperando no carro até o fim do show, sem reclamar- sorri me lembrando porem meus olhos estavam marejados, me segurei pra não chorar- agora pequena peraí que sua hora ta chegando- falei e ela sorriu ainda mais largo.

Fui até a beiradinha do palco onde dava pro Lucas me ver e fiz sinal pra ele dar uma paradinha depois, apontei Helena que a essa hora estava atrás de mim e ele logo entendeu, cantou mais uma musica e depois veio busca-la, ela chorava muito agarrada ao pescoço dele, já ele por sua vez, acariciava suas bochechas e um lindo sorriso brotou no rosto de ambos, depois de cantar uma musica pra ela, ela a trouxe para mim e pediu pra que ela ficasse ali até o fim do show, assim aconteceu e quando o show acabou ele a pegou nas costas, o que pra ela foi uma diversão, levando-a conosco para o camarim, onde tiraram fotos e ele deu a ela uma toalhinha e uma flor, ela sorriu e deu a ele uma cartinha, ele sorriu e a abraçou depois disse peguei-a pela mão e a levei até sua prima.

Obrigada por realizar o sonho dessa pirralhinha aqui- ela bagunçou os cabelos de Helena que a mostrou a língua.

A que isso, eu que tenho que agradecer em nome do Lucas e de toda a equipe pelo amor que ela mostrou ter por ele, valeu pequena- bati em sua mão.

Ah Mari- ela puxou minha mão- tira uma foto comigo?

Achei que não ia pedir- brinquei e a peguei no colo, ela era miudinha então era levinha, tiramos as fotos em sua câmera e pedi também pra que sua prima tirasse no meu celular, queria guardar aquela recordação daquela bonequinha. Depois das fotos nos abraçamos e eu sai dali voltando pro camarim.  Lá juntei todos e fomos pra van. No hotel, fizemos uma “refeição leve” e fomos a nossos quartos, dessa vez Lucas foi a seu quarto direto, mal falou comigo, nem se despediu, já eu me despedi da equipe toda e fui então me arrumar pra deitar, tomei um banho rápido e quando estava colocando o pijama bateram na porta.

Já vai- gritei e uns 5 minutos depois fui até lá me deparando com Lucas todo arrumado- o que você quer?- perguntei seca.

Vamu sair, tem uma festinha aqui perto – fez carinha engraçada.

A já to de pijama- falei.

A se troca, rapidinho a gente não demora muito vai? – pediu.

Ta- cedi- entra ai e espera- ele entrou e se sentou na cama, peguei um vestidinho curto com a beiradinha brilhosa e um sapato preto de salto e fui pro banheiro me trocar e me maquiar.

To pronta- sai do banheiro.


Uau- ele falou me olhando- valeu a pena esperar- me fez dar uma voltinha.

Eu estava assim
e ele assim

 

Sim senhora- pegou minha mão trançando nossos dedos e brincando com os meus.

Fomos até a frente do hotel onde pegamos um taxi e fomos a tal “festinha” que na verdade era uma baladinha. Lá fomos pra área vip que não tinha tanta gente como na pista e ficamos curtindo, de repente começou a tocar “Só de Pensar” da Maria Cecilia e Rodolfo, e Lucas me puxou pra dançar juntinho com ele enquanto ele cantava a letra da mesma canção em meu ouvido me causando arrepios, cara era impressionante o poder que ele tinha sobre mim, em dois dias me vi apaixonada por ele, me vi viciada em seu cheiro desde a primeira vez que senti e me vi presa em seu olhar desde quando cruzou com o meu,  porem tinha medo de me machucar, não queria sofrer de novo, mesmo sabendo que Lucas não faria isso comigo, mas eu tinha medo, tinha medo de me entregar e sofrer ou me arrepender, porem ali em seus braços tudo que eu mais queria era que aquele momento durasse pra sempre, ele era meu porto seguro, sabia que podia contar com ele, ele me entendia e mesmo com todas que ele quisesse, eu fui a escolhida por ele, o que segundo o mesmo era uma decisão da qual ele não havia se arrependido e seus planos era de anunciar o nosso “namoro” o mais rápido possível a suas “esposas”.

Imagina- ele começou- quando a gente assumir e puder passar a sair sem medo- concluiu sorrindo.

É, não vejo a hora- disse sorrindo em seu ombro- tomara que elas aceitem de boa- falei.

Elas vão aceitar amor- pegou ainda mais firme minha cintura e eu passei meus braços em volta de seu pescoço- te amo minha pequena- beijou por entre meus cabelos.

Te amo mais meu grandão- disse levantando a cabeça olhando pra ele que me puxou pra um beijo seguido de outro que eu não conseguia saber qual era o melhor, nossas línguas travavam uma disputa perfeita entre si, ele sabia como me envolver e eu me deixava envolver por aquele clima gostoso, pelo calor de nossos corpos que queimavam ali mesmo, no meio daquelas pessoas que pra mim não existiam, pra mim  as únicas pessoas ali éramos eu e Lucas e o sentimento que nos dominava, o nosso amor.

Ficamos ali mais um pouco curtindo um ao outro, depois resolvemos ir embora, como havíamos bebidos, não estávamos bêbados, mas voltamos pro hotel mais “alegrinhos”.

Na porta do meu quarto, ele pegou firme em minha cintura me puxando para si.

Deixa eu entrar- ele falou em meu ouvido me causando arrepios, em seguida mordeu o lóbulo de minha orelha descendo devagar até meu pescoço onde depositou vários beijos, em seguida beijou meu queixo, minha mandíbula, roçou seus lábios aos meus e por fim me beijou.



e agora?? oque vai acontecer? sera que a Mari vai ceder??


so mais tarde kkkk bjão
Vanessa