Marina-
Karina disse- vem vou te levar pro quarto de hospedes- ela segurou minha mão e
com a outra eu puxava uma de minhas malas, quando cheguei próxima a escada peguei-a pela “alça” e fui
seguindo Karina até o “meu quarto”, quando chegamos ela abriu a porta e pelo
que vi o quarto na verdade era uma “suíte”, bem espaçoso, com uma cama de
casal, que eu não sabia pra que, já que eu era uma só mas vamos lá né, deixei a
mala no canto do quarto e antes que pudesse falar Karina disse que pediria pra
algum trazer o resto de minhas coisas e que era pra eu ficar a vontade,
agradeci e ela se retirou, peguei a mala e a coloquei sobre a cama e comecei a
desfaze-la, enquanto esperava o restante chegar.
Comecei
guardando algumas nas gavetas, até porque, o guarda-roupa era só meu então
deixaria as mais “novas” nos cabides pra não amassar muito. Karina me disse que
poderia ficar o tempo que quisesse mas não queria incomodar por muito tempo,
então pelos os meus planos começaria a ver um imóvel já nas próximas semanas,
já que com o dinheiro da venda do meu ap conseguiria uma boa grana, pelo que
tinha em mente pretendia ficar ali, na casa dos Lucco, até a gravação do
dvd, e depois me mudaria, no máximo duas
semana após isso já estaria na minha, com minha bagunça, enfim meu cantinho,
até porque não gosto muito de ficar “amolando” os outros. Quando estava quase
acabando ouvi baterem na porta, rapidamente abri e vi Lucas com o resto de
minhas malas, o que pra mim estava super pesado pra ele era de uma facilidade
de dar inveja, chamei-o pra entra e assim ele fez, tirei a mala da cama, já que
ela estava vazia, e a coloquei no chão, me sentei e pedi pra que ele sentase do
meu lado, logo que sentou ele já começou a falar.
Bom, lá em
baixo a gente mal se falou, queria vim aqui te dar as boas vindas, e dizer que
to muito feliz por você ter vindo pra cá, a gente já se conhece um pouco e
quero dizer que quero ser seu amigo não só seu patrão, sei que você e o Luan
eram bem próximos e espero que seja assim comigo também- disse e sorrindo
lindamente- Mari, quero que se sinta em casa, se sinta bem, e além de tudo
sei o quão profissional você é, e admiro
muito isso em você, então é isso, a casa é sua- ele segurou minhas mãos me
levantou e me abraçou, e graças a minha altura, tive que ficar na ponta dos
pés, aquele abraço carinhoso e único me fez sentir segura, como se nada pudesse
me machucar.
Brigada,
espero atender suas expectativas e também espero sinceramente que sejamos bons
amigos- quando terminei ele passou uma de suas mãos, que antes estavam nas
minhas costas para a minha nuca e a outra para minha cintura, eu passei meus
braços por seu pescoço e segurei seus cabelos, ficamos nisso por um tempo e
quando nos soltamos ficamos nos encarando por alguns segundos, mas fomos
interrompidos por batidas na porta, nos soltamos e eu fui abri-la, me deparei com
Paulo escorado na soleira da porta.
Sim senhor
Paulo- disse meio sem graça pelo que poderia ter acontecido caso ele não
“atrapalhasse”
Senhor ta no
céu minha filha- ele disse todo educado- me chame de Paulo, Paulim ou tio
Paulim, pode ser?- ele me olhou.
Como o
senhor- ele me olhou repreendendo-me- digo, como você quiser tio?- sorri de
canto.
Então como
eu ia dizendo- falou dando continuidade- amanha teremos uma reunião para
acertamos os detalhes da sua contratação e também sobre a gravação do dvd, ta
bom?
Sim, tudo
certo, mas a gente não vai pro show hoje?-perguntei confusa.
Vocês vão-
disse apontando pra mim e pro Lucas- eu não vou, esse show é um modo informal
de você conhecer o resto do pessoal, e outra, é numa cidade bem próxima então
vocês podem ir por show e voltarem só amanha na hora da reunião- disse simples.
E que horas
vai ser? – perguntei para calcular quanto tempo mais ou menos teria de sono.
Está marcada
para as 9:00, mas como vocês estarão em Anápolis, vocês terão que acordar por
volta de 8:00 já que virão de avião e de lá até aqui não é muito
longe-respondeu.
Então
podemos fazer assim, eu particularmente acho melhor, a gente sai de lá umas
8:30, e vem de Helicóptero, porque um avião pra duas pessoas é muito- disse-
pode ser?
Por mim tudo
bem- Lucas disse- ai gente desembarca lá no aero e pega um taxi ate o local da
reunião.
Então tudo
certo, ah já ia me esquecendo, não se atrase senhor Lucas- disse serio e ao
mesmo tempo brincalhão.
Sim senhor
pai, mas acho que não precisava dizer isso na frente dela- desse me apontando-
vai causar má impressão- falou como se estivesse bravo.
Lucas, meu
querido, eles já me deram sua ficha completa, e outra, isso não é nenhum
mistério pra mim, porque com o Luan era uma luta pra acordar e uma guerra pra
ficar pronto no horário- disse sorrindo com a mão em seu ombro.
Nossa, então
é bom que você já deve saber como acordar ele também- Paulim disse com certo
mistério na voz o que me deixou tensa-.
Bom pai,
acho melhor descermos porque a Mari já ta ficando com vergonha- Lucas disse e
senti minhas bochechas corarem ainda mais- ela também tem que terminar de
arrumar as coisas dela- disse “empurrando” o pai- vamu?
Ta bom
Lucas, vamu, e ah Marina, não se preocupe, se você quiser descansar, quando o
almoço ficar pronto peço pra alguém te chamar, ta?
Eu acho que
vou fazer isso mesmo, porque dormi bem pouco, beijos- disse assim que eles já
estavam na porta.
Voltei, tirei as roupas das malas guardei-as
rapidamente, coloquei um blusão gigantesco que achei, fechei as cortinas e me
joguei na cama e em pouco tempo apaguei.
Primeiro queria agradecer a todos que estão lendo essa fic, mesmo que ninguem esteja comentando aki (o que no fundo me deixa triste), tem bastante gente comentando comigo no face, então, BRIGADA por isso, e ah divulguem, expalhem, sei lá me ajudem com essa fic,conto com vocês...
bjão
amu vocês por di mais....
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