quinta-feira, 17 de julho de 2014

MATANDO A VONTADE

E tem como resistir- disse num sussurro quando devido a falta de ar nos separamos, porem assim que terminei, abri a porta do meu quarto rapidamente o puxando para dentro, quando finalmente entramos o puxei pela camisa o trazendo para mim, voltamos a nos beijar dessa vez com mais intensidade, ele envolveu minha cintura com seus braços e eu passei os meus por seu pescoço, segurando forte seus cabelos, ele me puxou mais pra perto de si e me pegou em seu colo- vamos pra cama- eu disse ofegante.
Você tem certeza- perguntou afastando somente o necessário os nossos lábios.
Tenho- sussurrei e voltei a beija-lo, comigo ainda em seu colo e aos beijos ele caminhou até a cama, me deitando lá e em seguida, se deitou sobre mim me beijando, com as pernas envolvi sua cintura e passei minhas mãos por dentro de sua camisa, ele por sua vez passeava com  as suas por todo o meu corpo, descendo devagar até minha coxa, chegando nela a apertou forte e em resposta mordi de leve seu lábio inferior, ele desceu os beijos para o meu pescoço e aproveitei que nossos lábios estavam separados e me adiantei tirando sua camisa, ele riu da minha atitude porem continuou a beijar meu pescoço assim que a camisa passou por sua cabeça, depois ele voltou finalmente a minha boca, onde além de beijos dava leves mordidinhas, ele se sentou nas minhas pernas me fazendo sentar em seguida, dessa forma ele subiu as suas mãos para as minhas costas e começou a descer o zíper, abrindo dessa forma meu vestido, ele desceu as alças despindo assim meu colo que ficou coberto apenas pelo sutiã, que era branco de rendinha, ele beijou delicadamente toda aquela região, depois conforme descia o vestido beijava minha pele que se arrepiava com o contraste do frio que antes eu sentia e o calor de seus beijos e carinhos, quando ele chegou ao pé de minha barriga voltou e me deu um beijo de tirar o folego, eu já estava ofegante e antes que ele terminasse de tirar meu vestido eu fui mais rápida o puxai pela sinta da calça a desabotoando em seguida, depois, com a ajuda dele abri sua calça e ele se livrou dela enquanto eu fazia o mesmo com meu vestido, ambos jogamos a nossa roupa em qualquer canto do quarto.
Te amo minha, só minha Mari- ele sussurrou em meu ouvido me causando arrepios o que fez ele rir.
Também te amo, meu só meu grandão- o beijei novamente e voltei a “arranhar” suas costas.
Vai deixar marca Mari- falou baixo.
Vai nada- ri abafado em seu peito- eu tomo cuidado.
É bom tomar mesmo se não te processo por agressão- ele falou me olhando serio e quando ia falar mais alguma coisa o calei com um beijo.
Ta falando muito- disse quando nossos lábios, mesmo contra nossa vontade se separaram por falta de folego, ele me puxou para si e pude sentir o volume de seu “membro”, me virei ficando por cima dele- agora assim- brinquei.
A Mari assim não- fez manha e antes que eu acabasse cedendo o puxei para um beijo e ele  ficou meio sentado na cama comigo em seu colo.
Nossa Mari assim eu até deixo você comandar- ele riu.
Lucas- o repreendi- não estraga o clima poxa- falei e ele já veio me beijando, rapidamente suas mão subiram pras minhas costas onde tirou a alça do meu sutiã, eu sentia que não estava “pronta” então voltei com elas pras minhas coxas o que não durou muito, já que depois de um apertão ele voltou com elas ao fecho do mesmo e o desabotoou fazendo com que ele caísse sobre sua barriga, Lucas me olhou e um sorriso safado tomou seu rosto paralelo a isso meu corpo se consumiu de vergonha e ele pareceu perceber, porem, rapidamente Lucas nos virou de novo enquanto me beijava, depois suas mãos deslizaram por todo o meu corpo descendo até a beirada de minha calcinha, ele parou por um momento e me olhou eu apenas assenti e ele se livrou dela, depois foi minha vez de me “livrar” de sua box preta, ele se esticou pegando a camisinha que havia deixado minutos antes sobre o criado mudo depois voltou a me beijar, quando ele me “penetrou” dei um “gritinho” que foi abafado por um beijo e em seguida ele deu um risinho fraco.
Te amo minha Mari- falou assim que terminamos de nos amar caindo exaustos na cama.
Também- foi tudo que eu consegui dizer já que tentava ritmar minha respiração que estava ofegante.
Bora tomar um banho- ele sugeriu sorrindo.
Uai pode ir- falei simples.
Vamu junto vai?- ele puxou meu rosto que estava em seu peito me fazendo olha-lo
Ta- sorri e o beijei depois me levantei puxando comigo o lençol o que levou ele a rir, não me importei e fui até a mala atrás de uma lingerie. Depois de escolhida peguei meu pijama e chamei Lucas fomos abraçados até o banheiro onde tomamos um banho repleto de caricias, porem nada além disso.
Voltamos pra cama onde dormimos abraçados.

Lucas narrando
Quando chegamos a porta do quarto da Mari a beijei e naquele momento senti que poderíamos ir além de beijos, porem lembrei de todas as outras chances que tivemos e Mari negou, então eu “pedi” pra entrar em seu quarto, mesmo sabendo que podia ouvir um não tive que pedir, por um milagre ela deixou e sem colocar nenhum empecilho, quando entramos nossos beijos se tornaram mais intensos e calorosos, quando por fim chegamos a cama achei que ela fosse “pular pra trás” porem me enganei já que ela continuou e não perdeu tempo em tirar minha camisa, milhares de pensamentos me envolviam porem não queria me distrair, ali, naquela hora eu só queria proporcionar a ela e como consequência a mim a melhor noite de todas.
Quando estava terminando de tirar seu vestido senti seu corpo travar sob o meu e pra não perdermos o clima a beijei, e era impressionante como a cada beijo eu podia sentir melhor o seu gosto, aquela boca em contato com a minha, seu corpo tão perfeito, parecendo as vezes até frágil, em sincronia com o meu, sua pele se arrepiando com meus toques, nossas respirações já ofegantes numa sincronia só delas, cada sensação, cada movimento, cada beijo, me deixava mais apaixonado por aquela que eu já julgava ser a mulher perfeita pra mim, ela que me entendia tão bem, entendia minhas fãs, se dedicavas a elas e a mim, era tudo que eu sempre sonhei e busquei numa mulher, e tê-la ali entregue a mim, era de um prazer indescritível.
Num ato rápido durante um dos beijos mais longos que conseguimos devido ao ar que já nos faltava, Mari ficou por cima de mim, confesso que não gosto muito disse e quando fui reclamar ela me beijou e eu não consegui fazer mais nada, ela sabia me dominar e dominar a situação perfeitamente bem, aproveitei o momento pra arrancar logo de uma vez aquele sutiã, primeiro tirei uma alça bem lentamente, podendo assim sentir seu corpo se arrepiando com meu toque  novamente,  seu beijo ficando mais intenso a cada momento, porem, quando ia tirar a segunda ela foi mais rápida e segurou de novo, colocando minhas mãos em sua cintura, fiquei com elas ali mais não por muito tempo, aquela demora já tava me torturando, eu queria, eu precisava dela, então acariciei suas coxas a apertei e depois subi novamente, tirei a outra alça e antes que ela quisesse me distrair abri o fecho o que fez seu sutiã cair sobre minha barriga, por mim eu ficaria ali um bom tempo “curtindo a visão” que estava tendo porem outra vez seu corpo se enrijeceu aproveitei para vira-la a colocando abaixo de mim enquanto a beijava, depois desci minhas mãos até a beirada de sua calcinha, parei por um momento e a olhei pra ver se era realmente aquilo que ela queria, ela sorriu lindamente e assentiu, então dei continuidade tirando rapidamente sua calcinha, ela aproveitou também e tirou minha cueca, nos beijamos já completamente nus, me lembrei que tinha que pegar a camisinha, selei nossos lábios e rapidamente me estiquei e catei a “mardita” sobre o criado mudo, voltei a beija-la e ela me deu uma mordida, depois desceu seus lábios pra meu ombro onde cravou os dentes, provavelmente ficaria uma baita marca ali, mas fazer o que, aquela noite me marcaria de qualquer jeito, seja no corpo ou nas lembranças, a Mari era perfeita, todos os momentos ao lado dela eram especiais em todos os sentidos.
Nos amamos por um bom tempo, minhas mãos não se cansavam de deslizar por seu belo corpo, já as delas estavam uma em minha cintura, com as unhas cravadas ali, de forma que não me machucassem, mesmo as vezes “feroz” ela era carinhosa, e a outra em meus cabelos, não me deixando afastar dela, o que não aconteceria nem se ela quisesse.
Depois eu dei um riso fraco pois tudo que eu mais queria era aquela mulher e finalmente pude tê-la,  sentir seu corpo, seu suor se misturando ao meu, seu cheiro, seu beijo, seu toque, sua voz me pedindo “mais”, tê-la ali sentindo tanto prazer quanto eu, era algo inarrável, impossível de se explicar e ótimo de se sentir.
Quando nossos corpos não aguentaram mais caímos exaustos na cama, após horas de amor, sugeri que tomássemos um banho e ela topou, porem no banho não passamos de carinhos, o que não deixou de ser ótimo, voltamos pra cama onde deixamos o cansaço tomar conta e dormimos da melhor forma possível, depois de horas de amor, a tive em meus braços, deitada sobre meu peito, aninhada a mim, de forma que eu podia sentir o delicioso perfume natural de sua pele que me embriagava, me mostrando que em lugar algum do mundo eu entraria melhor sossego e melhor descanso do que ali, abraçado a ela depois de ter até então, sem duvidas uma das melhores noites de amor da minha vida.

Bom gente é isso, a Mari finalmente cedeu, e agora? o que vem pela frente? voces tão gostando? comentem mais por favor ta? não comenta só "continua", falem o que estão achando, o que precisa melhorar, o que vocês não tão gostando ta? pode falar, toda critica construtiva é muito bem vinda ...

bjão amu vcs

Vanessa

2 comentários:

  1. ah só pra avisar esse foi o primeiro "hot" que eu fiz então qualquer "erro" me desculpem.. e comentem sobre ele, preciso saber o que acharam...

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  2. Amei o capitulo,a cada capitulo fico mais apaixonada pela fic,ta perfeito....
    Bjs

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